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terça-feira, dezembro 12, 2006
Estação do Metro na Maia preocupa utentes
2006-12-11 11:01:56
A Estação do Metropolitano do Porto de Mandim, na zona Industrial da Maia tem sido criticada pelos utentes maiatos, dado que está localizada numa zona de mato, isolada e é servida por caminhos lamacentos em períodos de chuva e sem iluminação, convidativa a assaltos.
Fonte da Metro do Porto referiu que a empresa admite que a Estação de Mandim requer obras urgentes de requalificação, adiantando que o projecto para a intervenção já existe e que passará por um reforço da iluminação e criação de passeios e acessos condignos.
Segundo noticiou o site Maia Hoje, a empresa de transportes portuense garante que a intervenção em Mandim será para breve, através da contratação da empreitada com a Câmara Municipal da Maia, avançando-se depois para o concurso público.
segunda-feira, dezembro 04, 2006
Transportes: Metro e comboio ganharam clientes até Setembro
Diário Digital / Lusa
04-12-2006 13:07:00
O tráfego de passageiros cresceu 11% nos metropolitanos de Lisboa e Porto e 2,6% no modo ferroviário nos primeiros nove meses do ano, face a igual período de 2005, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística.
De Janeiro a Setembro deste ano, foram transportados nos Metropolitanos de Lisboa e do Porto cerca de 164,1 milhões de passageiros, mais 11% que no ano anterior, realçando o INE o facto de para estes resultados ter contribuído a entrada em funcionamento, entre Abril de 2005 e Maio deste ano, de três linhas no Metro do Porto (Verde, Amarela e Violeta).
Segundo o INE, cerca de 115,3 milhões de passageiros foram transportados no modo ferroviário pesado (mais 2,6% que no mesmo período de 2005), com o tráfego suburbano a pesar com um crescimento homólogo de 2,5%.
Pelo contrário, o transporte fluvial registou um decréscimo de 1,5% em termos de variação homóloga, com 24,6 milhões de passageiros transportados, para o que contribuiu essencialmente a travessia do Tejo (menos 3,5%).
Cerca de 21,4 milhões de passageiros fizeram a travessia do Tejo, ou seja, 87% do movimento nacional de passageiros fluviais, sendo as carreiras Cais do Sodré/Cacilhas e Terreiro do Paço/Barreiro as mais utilizadas (50,7% e 34,2% do movimento do rio Tejo, respectivamente).
Metro de Lisboa pára nos dias 19 de Dezembro, 9 e 11 de Janeiro
28.11.2006 - 13h25 Lusa
Os trabalhadores não querem perder regalias
Os trabalhadores do metro de Lisboa vão parar nos dias 19 de Dezembro e 9 e 11 de Janeiro, entre as 06h30 e as 11h30, pelo prolongamento até 2011 do Acordo de Empresa, que caduca no final do próximo ano.
A decisão foi tomada em plenário de trabalhadores, anunciou hoje a Federação dos Sindicatos dos Transportes Rodoviários e Urbanos (Festru), afecta à CGTP/IN.
Depois da última greve os cinco sindicatos que representam os trabalhadores da empresa pediram uma reunião urgente ao novo presidente do conselho de gerência, que se realizou no passado dia 13. Segundo a Festru, realizou-se um novo encontro na quinta-feira passada, sem que tenha sido alcançado qualquer acordo.
A Festru afirma que o presidente da empresa, Joaquim Reis, transmitiu aos representantes dos trabalhadores que neste momento não há disponibilidade para negociar a prorrogação da cláusula de vigência do Acordo de Empresa.
"Mais uma vez estamos perante um conselho de gerência manietado, que não tem poderes para decidir sobre o Acordo de Empresa, cabendo esse papel à Secretária de Estado dos Transportes", acusa a Festru.
No dia 15, o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, disse que o Metropolitano de Lisboa está disponível para discutir com os sindicatos um novo Acordo de Empresa, mas não a revisão do actual.
Os trabalhadores pretendem manter o acordo em vigor, receando perder direitos conquistados ao longo das últimas décadas em termos de condições de trabalho, remunerações e garantias sociais.
segunda-feira, novembro 06, 2006
Governo nomeou novo conselho de gerência do Metropolitano de Lisboa
2.11.2006 | 17:48
Para vogais do mesmo órgão, o Governo nomeou Luís Filipe Salgado Zenha de Morais Correia, Jorge Manuel Quintela de Brito Jacob e Pedro Gonçalo de Brito Aleixo Bogas.
Por proposta do presidente da Câmara de Lisboa, Carmona Rodrigues, foi ainda nomeado para vogal do conselho de gerência do Metropolitano Miguel Teixeira Ferreira Roquette.
terça-feira, setembro 26, 2006
Filas intermináveis em Sete Rios devido à greve do Metro
26-09-2006 9:21:00
O segundo dia de greve dos trabalhadores do metropolitano de Lisboa trouxe à zona de Sete Rios, interface entre metro, comboios e autocarros, um cenário habitual nos dias de protesto: filas intermináveis de pessoas à espera dos alternativos.
Uma das filas começava na paragem junto ao Hotel Corinthian, na Avenida Columbano Bordalo Pinheiro, e chegava ao Centro Clínico de Sete Rios, numa extensão de cerca de 400 metros.
O Metro de Lisboa, que transporta diariamente mais de 500.000 pessoas, vai estar parado hoje entre as 06:30 e as 10:30 devido à greve dos trabalhadores, que contestam a caducidade do Acordo de Empresa.
De acordo com fonte sindical, a greve do Metro hoje está a ter uma adesão perto dos 100 por cento, o que levou ao fecho de todas as estações, tal como na passada quinta-feira, primeiro dia do protestos dos trabalhadores.
As queixas dos utentes do metro eram bastantes mas apontavam como principal causa desta situação o trânsito que se faz sentir na cidade, já que a empresa disponibilizou como transportes alternativos dezenas de autocarros.
Há cerca de 15 minutos à espera do autocarro alternativo, Vítor Almeida diz que hoje os efeitos da greve estão piores que na passada quinta-feira.
«Na última quinta-feira perdi muitos minutos para chegar ao trabalho. Hoje vou demorar mais de uma hora», afirmou o utente, considerando que hoje a situação está muito pior.
Vítor Almeida concorda com as reivindicações dos trabalhadores do metro mas afirma que os principais visados com a paralisação são mesmo os utentes.
Outro utente apelava às pessoas para optarem pelos transportes alternativos em vez de trazerem o automóvel particular.
«Hoje isto está caótico. Se as pessoas optassem pelos alternativos isto já não acontecia», disse.
Teresa Sousa considera que os alternativos são suficientes mas que não conseguem andar devido às filas de trânsito.
Opinião contrária tem João Simões, que considera que os transportes alternativos são insuficientes e afirmou que perde muito mais tempo nos habituais percursos para o trabalho.
No percurso da Linha Azul, entre Baixa-Chiado e Amadora, alguns passageiros, desorientados, pareciam desconhecer as paragens dos autocarros alternativos nas imediações das estações do metropolitano, fechadas com grades.
Alguns corriam até essas paragens, fazendo sinais com os braços para os motoristas, incertos de que pudessem embarcar.
Entravam apressadamente, sem que lhes fosse exigido o habitual passe, um pouco confusos.
Ao ser questionado por um passageiro sobre se o autocarro parava na Pontinha, um dos motoristas com forte sotaque regional ficou sem resposta, hesitou, e foram os outros passageiros que garantiram que a paragem desejada ficava no trajecto.
«"Nã sê", é a primeira vez que lá vou», desabafou o homem do volante, sorridente, ao pôr o autocarro de novo em andamento pelas ruas.
segunda-feira, setembro 25, 2006
Lisboa: Metro lança serviço alternativo para a greve de terça
25-09-2006 19:07:48
Devido anúncio de greve para esta terça-feira (entre as 6h30 e as 11h00)no Metropolitano de Lisboa, estão previstas perturbações no serviço. A empresa anunciou que disponibilizará um serviço alternativo de transportes recorrendo a autocarros.
De acordo com o Metroplitano de Lisboa, os autocarros ao serviço da companhia farão os percursos correspondentes às quatro linhas.
Os pontos de paragem dos autocarros disponibilizados estarão devidamente sinalizados e localizar-se-ão o mais próximo possível das estações de metro. Para circular nos autocarros serão aceites todos os títulos de transporte válidos no metro.Lisboa de novo sem Metro amanhã de manhã
O Metro de Lisboa pára terça-feira de manhã até às 11:00, pela quarta vez este ano, devido a uma greve contra a caducidade do Acordo de Empresa no final de 2007, estando assegurado transporte em autocarros.
Os sindicatos temem que o fim do Acordo de Empresa (AE) em vigor abra caminho à precariedade laboral, com a celebração de contratos individuais de trabalho que não assegurem os direitos dos trabalhadores e possam pôr em causa a própria segurança.
Falhadas as tentativas de conciliação no Ministério do Trabalho e depois de duas greves realizadas em Junho, que puseram fim a mais de uma década de paz social na empresa, o Metro vive terça-feira a quarta paralisação este ano.
Em declarações à agência Lusa, o dirigente da Federação dos Sindicatos dos Transporte Rodoviários e Urbanos (FESTRU) Diamantino Lopes indicou, a título de exemplo, que o AE estabelece um máximo de três horas de condução para os maquinistas e que já em 2001 houve a tentativa de aumentar este tempo para o dobro, situação que teme vir a tornar-se uma realidade.
"Foi-nos feita essa proposta a troco de mais algum dinheiro, mas os trabalhadores recusaram porque o dinheiro não é tudo. É um trabalho rotineiro - condução em galerias - e pode dar azo a acidentes. A segurança está em primeiro lugar", disse.
O conselho de gerência do Metro, por seu lado, emitiu na semana passada um comunicado em que se afirmava disposto a negociar e considerava não haver motivo para estas greves, o que a FESTRU contraria, dizendo que não lhes foi apresentada qualquer nova proposta como havia ficado decido em sede de concertação.
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