terça-feira, dezembro 18, 2007

Metro em Santa Apolónia

SIC

Primeiro-ministro inaugura linha esta quarta-feira


Empresa nega falta de vistorias criticada por bombeiros

Público


18.12.2007 - 13h25
Lusa

O presidente do Metropolitano de Lisboa garantiu hoje que o prolongamento da linha Azul até Santa Apolónia teve as vistorias exigidas por lei, ao contrário de críticas de bombeiros, e sublinhou que o túnel é "o mais seguro do país".

A abertura do prolongamento do Metro até ao Terreiro do Paço e Santa Apolónia, a realizar quarta-feira, foi criticada pelo presidente da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais, Fernando Curto, que, em declarações ao Diário de Notícias, disse que a obra não tinha sido objecto de "testes de segurança como deve ser".

Para Fernando Curto, "falta fazer testes de segurança como deve ser, envolvendo todos os meios de socorro para se verificar como se devem articular e funcionar uns com os outros em caso de emergência".

Segundo o presidente do Metropolitano, Joaquim Reis, o prolongamento da linha Azul do Metro foi alvo de todas as vistorias legalmente exigíveis, realizadas pelo Regimento de Sapadores de Bombeiros de Lisboa, que é a entidade consignada na lei.

De acordo com Joaquim Reis, o Metro sofreu vistorias técnicas nas colunas a seco, no sistema de incêndio, nos postos de ventilação, no sistema de deslocamento do túnel, "que é o mais moderno em Portugal", e nas saídas de emergência.

"A última vistoria foi realizada quinta-feira passada e não foi levantada nenhuma inconformidade", disse o responsável, sublinhando haver "algum dolo" nas acusações de Fernando Curto que, por sistema, "na véspera de inaugurações de obras importantes como a Ponte Vasco da Gama ou o Túnel do Marquês vem dizer que as obras não foram alvo das vistorias legais".

"É um pouco irritante que estas pessoas só apareçam a invocar demagogicamente faltas de segurança na véspera das inaugurações", frisou.

Joaquim Reis acrescentou que o túnel do Terreiro do Paço "é seguramente o mais seguro do país", contando com 670 estacas de protecção contra um eventual sismo.

"Não é lícito que apontem qualquer falha de segurança quando ela não existe", acrescentou.

Joaquim Reis frisou ainda que a lei não obriga à realização de qualquer simulacro, sublinhando porém que o Metro provavelmente irá realizar um teste deste tipo dentro de "cinco ou seis meses" já com utilizadores, à semelhança do que tem sido feito noutras estações.

Segundo Joaquim Reis, a lei obriga a vistorias aos pontos de saída, sistema de incêndios e ventilação, postos de bombagem e sistema de redundância.

O Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) validou todas as soluções do Metro, tal como uma empresa holandesa muito conceituada - a TEC - além dos pareceres positivos do tratamento dos terrenos anti-sísmicos terem obtido parecer positivo dos engenheiros António Mineiro, Maranha das Neves e Matos Fernandes, três técnicos conceituados.

Novo troço da linha Azul do Metro de Lisboa vai ser aberto "sem teste de segurança como deve ser"

Público


18.12.2007 - 09h16 Lusa

A abertura do prolongamento do Metro para o Terreiro do Paço e Santa Apolónia, amanhã, vai ser feita "sem testes de segurança como deve ser", acusa o presidente da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais.

Em declarações hoje de manhã, Fernando Curto referiu que "falta fazer testes de segurança como deve ser, envolvendo todos os meios de socorro para se verificar como se devem articular e funcionar uns com os outros em caso de emergência".

A posição do presidente da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais é contrariada por fonte do Metropolitano de Lisboa, que afirma ao jornal que "a vistoria foi feita quinta-feira e não há qualquer parecer negativo".

A abertura do troço, que prolonga a linha Azul, da Baixa-Chiado para o Terreiro do Paço e Estação de Santa Apolónia, prevista inicialmente para sábado, vai ser inaugurada já amanhã.

De acordo com o comandante do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa, António Nunes, têm sido feitas "visitas técnicas e visitas de trabalho às obras", mas admitiu que ainda não foi feita uma vistoria pormenorizada, como o conhecimento dos percursos e a localização das saídas de emergência.

Fernando Curto sublinha a necessidade de um teste pormenorizado, de modo a que os bombeiros conheçam os percursos mais rápidos e saibam onde se encontram as saídas de emergência.

"Os bombeiros têm de trabalhar com elementos das equipas de segurança do metro e a realização de um simulacro é essencial para colocar todos esses meios em sintonia", acrescentou.

"Também é necessário saber se na galeria há espaço suficiente para transportar os feridos em macas ou se é preciso arranjar outra solução. Sem estes conhecimentos, os bombeiros vão lá para baixo ouvir as pessoas a gritar e andam por ali sem saber o que fazer", explicou.

O presidente da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais reafirmou ainda a crítica ao facto dos rádios de serviço dos bombeiros não funcionarem na rede do metro, acusando a administração do Metropolitano de ainda não ter instalado repetidores de sinal para resolver o problema.

O orçamento inicial para esta obra foi calculado em 165 milhões de euros (a preços de 1997), mas acabou por custar 299 milhões de euros, de acordo com o actual ministro das Obras Públicas e Transportes, Mário Lino.

Esta obra teve o primeiro reverso nos prazos de conclusão, quando um aluimento de terras ocorrido em Junho de 2000, na ligação entre o Poço da Marinha e o Terreiro do Paço, colocou em questão a segurança da infra-estrutura, e provocou um abatimento de parte da abóbada do túnel, além de fissuras nas paredes.

Estação de metro de Santa Apolónia inaugura amanhã

Diário Digital


A estação de metro de Santa Apolónia, que inaugura amanhã, foi criada para proporcionar um «espaço de boa estadia», «liberto da interioridade» característica das estações de metro, disse à Lusa o arquitecto responsável pelo projecto, Leopoldo Rosa.

Segundo o arquitecto, a estação tinha que ser contida, devido ao espaço urbano disponível, «o espaço é exíguo e a questão do nível freático precisava de ser tomada em consideração».

Devido a alguns obstáculos impossíveis de contornar, como o colector que existe do lado do rio, «a estação teve que ter aquela largura», salienta.

O arquitecto, perante as opções de um atrium de topo ou de uma atrium central, optou por um central, com dois interfaces, um com a CP e outro com o cais fluvial.

Leopoldo Rosa refere que teve a «preocupação de usar tons como o azul e o creme para haver uma associação com o céu e a terra, e assim trazer o exterior para o interior».

Os acabamentos escolhidos foram «o mais simples possível», para não «encarecer o custo da estação» e também para «não maçar as pessoas», que ali passam diariamente.

Na concepção deste projecto esteve ainda a preocupação com as pessoas que sofrem de claustrofobia, proporcionando-lhes um espaço de continuação com o ambiente de rua.

Nesse sentido, nas paredes laterais dos cais, nas zonas centrais, foram desenhados janelões de luz, «para dar a ilusão da existência do exterior naquele espaço».

Leopoldo Rosa, responsável também pela concepção das futuras estações de Campolide e do Aeroporto, teve a colaboração do pintor José Santa Bárbara, autor dos painéis de azulejo que estão ao nível do atrium.

Os materiais utilizados foram a pedra de Lioz, o mosaico de vidro tradicional e o vidro.

A estação de Santa Apolónia, bem como a do Terreiro do Paço, inserem-se no projecto de alargamento da Linha Azul.


Diário Digital / Lusa


18-12-2007 18:26:58


Metro inaugura troço entre Terreiro do Paço e Santa Apol

Público

17.12.2007 - 13h07 Lusa


O Metropolitano de Lisboa vai inaugurar o último troço da Linha Azul, entre o Terreiro do Paço e Santa Apolónia, na próxima quarta-feira, após sucessivos adiamentos devido à necessidade de construir um novo túnel.

A inauguração das duas estações, marcada para as 12h00, estava prevista para sábado, dia 22, mas foi antecipada três dias.

Para celebrar a conclusão da Linha Azul e a inauguração das duas novas estações, o Metro oferece nesse dia viagens gratuitas, em toda a rede, anunciou hoje a empresa.

A Linha Azul passará assim a ligar o terminal ferroviário de Santa Apolónia à Amadora, com passagem pela Baixa Pombalina.

O orçamento inicial para esta obra foi calculado em 165 milhões de euros (a preços de 1997), mas acabou por custar 299 milhões de euros, de acordo com o ministro das Obras Públicas e Transportes, Mário Lino.


Último troço da Linha Azul do Metro inaugurado quarta-feira

Agência Financeira


2007/12/17   17:48

Novas estações custaram 299 milhões de euros

O Metropolitano de Lisboa vai inaugurar o último troço da Linha Azul, entre o Terreiro do Paço e Santa Apolónia, na quarta-feira, após sucessivos adiamentos devido à necessidade de construir um novo túnel

Segundo a agência «Lusa», a inauguração das duas estações, marcada para as 12h00, estava prevista para sábado, dia 22, mas foi antecipada três dias.

Para celebrar a conclusão da Linha Azul e a inauguração das duas novas estações, o Metro oferece quarta-feira viagens gratuitas, em toda a rede, anunciou esta segunda-feira a empresa.

A Linha Azul passará assim a ligar o terminal ferroviário de Santa Apolónia à Amadora, com passagem pela Baixa Pombalina.

O orçamento inicial para esta obra foi calculado em 165 milhões de euros (a preços de 1997), mas acabou por custar 299 milhões de euros, de acordo com o ministro das Obras Públicas e Transportes, Mário Lino.



segunda-feira, dezembro 17, 2007

Metro liga Terreiro do Paço e Santa Apolónia

Portugal Diário


Último troço da linha azul inaugurado na próxima quarta-feira

O Metropolitano de Lisboa vai inaugurar o último troço da Linha Azul, entre o Terreiro do Paço e Santa Apolónia, na próxima quarta-feira, após sucessivos adiamentos devido à necessidade de construir um novo túnel.

A inauguração das duas estações, marcada para as 12:00, estava prevista para sábado, dia 22, mas foi antecipada três dias.

Para celebrar a conclusão da Linha Azul e a inauguração das duas novas estações, o Metro oferece quarta-feira viagens gratuitas, em toda a rede, anunciou hoje a empresa.

A Linha Azul passará assim a ligar o terminal ferroviário de Santa Apolónia à Amadora, com passagem pela Baixa Pombalina.

O orçamento inicial para esta obra foi calculado em 165 milhões de euros (a preços de 1997), mas acabou por custar 299 milhões de euros, de acordo com o ministro das Obras Públicas e Transportes, Mário Lino.






Metro/Lisboa: Linha azul passa a ter percursos diretos para a Reboleira

A circulação da linha azul do Metropolitano de Lisboa (ML) vai passar a ter percursos diretos para a Reboleira, concelho da Amadora, a parti...